Processo Produtivo

img_Proc

O processo de produção de calçados e confecções da Vulcabras|azaléia combina o emprego intensivo de mão de obra qualificada e o uso de equipamentos e matéria-prima de ponta, a constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento em inovação de novas tecnologias para garantir performance, conforto e custo acessível a nossos produtos.

Processo Produtivo de Calçados (Esportivos, Femininos, Botas para uso profissional)

Fonte: Vulcabras Nordeste S/A – Produção e Desenvolvimento

A fabricação de um calçado é subdividida em diversas etapas de acordo com a amplitude, diversidade de produtos, o porte e a estrutura da empresa.

• Concepção – Nessa fase o calçado é modelado e projetado e completamente especificado. Nesta fase o emprego de ciência, tecnologia e intensa pesquisa e desenvolvimento tem sido cada vez mais utilizado para fortalecer marcas e diferenciar produtos;

• Corte – feito de acordo com as especificações definidas na modelagem, utilizam desde facas e prensas hidráulicas
(balancim), até equipamentos sofisticados de precisão de corte, como o laser e o jato d’água;

• Pesponto – nesta etapa, as peças do cabedal são organizadas, chanfradas, dobradas, picotadas, coladas e costuradas,
geralmente em processo manual;

• Costura – O processo de costura é utilizado na união do solado ao cabedal conferindo maior segurança e firmeza ao calçado;

• Montagem – realizada quase que simultaneamente ao corte e à costura, quando salto, sola e palmilha, são colados ou costurados. Em seguida a esta etapa os calçados são finalizados e encaixotados.

1) Pesquisa Desenvolvimento e Inovação (P,D&I)
O Centro de PDI da Vulcabras|azaleia, localizado em Parobé (RS), conta com mais de 900 pessoas dedicadas a este processo. Lá são realizadas pesquisas de hábitos de consumo, preferências, tendências e desenvolvimento de novas tecnologias em calçados e confecções.

O desenvolvimento de novos produtos ou componentes, concilia os aspectos técnicos às necessidades identificadas nas fases de pesquisa, assegurando por meio de testes de qualidade, a elaboração das matrizes e moldes que darão origem ao protótipo que irá para linha de produção. Nesta fase é definido o ‘DNA’ do calçado e da confecção.

Definido e validado o processo produtivo, são programados os componentes, as fases de montagem e insumos a serem utilizados – relação de materias primas, grade de produtos (tamanhos, cores e modelos), matrizaria e demais ferramentas necessárias para levar a produção do laboratório para a larga escala.

2) Produção
A linha de produção é programada conforme as especificações
do produto e os equipamentos são abastecidos com as matérias primas definidas. São realizados cortes em sistemas computadorizados, balancins hidráulicos e sistemas de precisão.

Os solados (borrachas, PVC, PU, EVA injetado e TPU) são formulados e misturados, conforme as especificações de cada
tipo de calçados e são preparadas as solas e entressolas, confeccionadas em prensas vulcanizadoras (borracha) ou em prensas injetoras (plásticos).

No pesponto, os componentes e a parte superior dos calçados
são unidos por meio de costuras realizadas por máquinas computadorizadas ou manualmente.

Finalmente, os cabedais são montados sobre os solados por adesivos a base de água, solventes ou por injeção direta.

Uma vez prontos, os calçados passam acabamento, testes e inspeção de qualidade. São embalados e prontos para serem expedidos e comercializados.

Processo Produtivo de Confecções Esportivas

Fonte: Vulcabras Nordeste S/A – Produção e Desenvolvimento

A área de pesquisa e desenvolvimento identifica as principais tendências da estação, em busca de novos cortes, tecidos, tecnologias do esporte, cores, design e tendencias de moda. Uma vez identificadas as principais oportunidades, novos protótipos são desenvolvidos ou adaptados e são submetidos a provas para verificação, aprovação visual e de caimento.

Todos os tecidos são submetidos a testes físicos em laboratório
e, após aprovação são liberados para produção.

Ao entrar em produção os tecidos passam por um processo de desfraldamento, quando são estendidos e colocados em
descanso por 24hs para que não apresentem encolhimento
após a costura. Os tecidos de cores lisas (Algodão ou Poliester)
são cortados em equipamentos automáticos e os tecidos listrados manualmente. Depois seguem para a estamparias que pode ser realizada por sublimação, ‘transfer’, serigrafia ou bordado.

Após esta etapa, as peças seguem para a costura e seus componentes são unidos por equipamentos computadorizados
ou convencionais. O acabamento envolve passadoria, revisão e etiquetagem do produto final. Por fim as confecções são embaladas e seguem para a expedição e comercialização.